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Herpes labial e genital: é tudo a mesma coisa?

Herpes labial e genital: é tudo a mesma coisa?

Essa doença é muito comum, altamente contagiosa e dolorida. Vamos conversar sobre ela sem tabus ou preconceito?

Os dois tipos de herpes, labial e genital, são causados pela mesma família de vírus. Uma é decorrente do Herpes simplex vírus 1 (HSV 1) e a outra do Herpes simplex vírus 2 (HSV 2).

Podemos fazer de conta que esses dois vírus são irmãos muito parecidos e que gostam de fazer as mesmas coisas, quase idênticos, está certo?

A maior diferença entre eles é que cada um escolheu um cantinho diferente para morar. O HSV 1, que era mais “exibido”, resolveu se acomodar logo na boca, causando suas lesões nos lábios e rapidinho ganhou a fama da “doença do beijo”. Já o HSV 2, que era mais reservado, decidiu morar nos “países baixos” e escolheu provocar suas lesões na uretra, vagina, pênis e colo do útero. Os dois vírus são “facinhos” e vão com qualquer um. Por isso a incidência é tão alta.

Sabia que de 10 pessoas, 8 têm herpes? Muita gente mesmo!

Mas para a transmissão acontecer eles têm apenas uma regra: as lesões precisam estar aparentes, as bolhinhas!

Então, fique atenta, se estiver em crise ou seu parceiro, é nesse momento que o vírus pode “se espalhar”.

A herpes labial é transmitida através do contato do beijo ou durante sexo oral. Já a genital é transmitida apenas pelo sexo e, por isso, ela entra no grupo das ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis). E você sabia que é possível ter a doença a vida inteira sem nem desconfiar? Isso porque as lesões só aparecem em uma parte dos infectados.

Se um dos “irmãos” não foi “com a sua cara”, basta uma brecha para as bolhas surgirem.

Os gatilhos mais comuns são:

  • Exposição solar em excesso
  • Estresses físico e emocional
  • Alterações hormonais
  • Extremos de temperaturas
  • Baixa imunidade
  • Cirurgia recente

Se é o seu caso, vou te contar os cuidados especiais que precisa ter, tudo bem?

  • Durante a crise é melhor não se relacionar e esperar passar (geralmente dura de 7 a 14 dias).
  • Para o tratamento, é importante que seja prescrito pelo médico o uso da pomada tópica ou medicação oral (quando necessário).

A primeira etapa para proteger a nós mesmos e a quem amamos, é o conhecimento!

Dra. Émile Almeida

Ginecologista e Obstetra - CRMBA 24765 | RQE 16287

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